COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

ATENÇÃO BRASILEIROS DO EXTERIOR: FAÇA UM ESFORÇO PARA VOTAR EM 26/10. AÉCIO ESTÁ EM 1o.LUGAR!

Os emigrantes são antipetistas?

19/10/2014 16:49
Por Rui Martins, de Genebra


Colunista analisa os resultados dos votos dos emigrantes no Exterior, no primeiro turno, que colocaram Aécio na ponta e Dilma em terceiro lugar
Colunista analisa os resultados dos votos dos emigrantes no Exterior, no primeiro turno, que colocaram Aécio na ponta e Dilma em terceiro lugar

Os resultados do primeiro turno poderiam levar a uma conclusão apressada, pois a presidenta Dilma foi fragorosamente derrotada, nos votos recolhidos das 954 urnas eletrônicas do Exterior. 

Confirmando uma tendência já registrada em 2006 e 2010, a candidata presidenta só recebeu 18,35% votos dos emigrantes, enquanto seus adversários totalizaram 75,52% dos votos, respartidos entre Aécio, 49,51%, e Marina, 26,01%.

Entretanto, concluir pela existência de uma rejeição maciça de Dilma entre os emigrantes seria temerário, pois dos dois milhões e tantos de brasileiros vivendo no Exterior só transferiram ou tiraram títulos eleitorais apenas 354 mil eleitores. E destes só votaram mesmo 141.501 eleitores.

Embora uma notícia divulgada pela Agência Brasil informe ter havido um aumento de 63% no número de votantes com relação a 2010, trata-se de um excesso de otimismo da redatora. Houve é verdade um aumento de votantes por ter aumentado o número de emigrantes com títulos novos ou transferidos. Em 2010, eram 200 mil emigrantes com títulos válidos para votar, enquanto no dia 5 de outubro esse total aumentou de 154 mil. Porém, manteve-se em 60% o número de eleitores ausentes.

Na verdade, votaram cerca de 7% do total de emigrantes, não sendo possível se avaliar, com certeza, qual é a preferência dos emigrantes, Entretanto, caso se considere os votos válidos apurados como amostragem do eleitorado emigrante, deve-se reconhecer ser uma consulta muito maior que a colhida nas sondagens.

Tomando-se como referência os últimos encontros e eleições de representantes de emigrantes, dos quais resultaram o Conselho Provisório em 2008 e o Conselho chamado CRBE, em 2010, constata-se que o PT não conseguiu eleger nenhum representante nessas duas eleições, embora sendo o único Partido articulado no Exterior com militantes organizados e fazendo parte de uma federação internacional, a dos Núcleos petistas do exterior.

Nos Estados Unidos é ainda mais marcante a preferência do eleitorado emigrante pelo PSDB, tanto em favor de Alkmin, como de Serra e, desta vez, ainda de forma mais marcante por Aécio. Sem pesquisa feita, tem-se a impressão de que os 7% de emigrantes votantes são na grande maioria pessoas já integradas no país onde vivem, grande parte mesmo binacional. Será que os 93% restantes, incluindo os sem papéis e os emigrantes economicamente mais frágeis, teriam maior identificação com o governo petista ou o fato de viverem em países de política e economia neoliberais influe na opção política dos emigrantes? Sem uma pesquisa não se pode chegar a uma conclusão, exceto a de se considerar essa pequena participação eleitoral já como uma amostra da preferência geral, mas existe o risco de êrro, pois não se sabe em que proporção votaram os emigrantes mais pobres.

Em todo caso, o governo que será eleito ou reeleito dia 26 deveria se preocupar em dar maior atenção aos emigrantes e facilitar uma maior participação eleitoral. Uma reivindicação geral dos emigrantes é a do voto por correspondência da residência ao Consulado mais próximo, pois quem mora longe e quer votar precisa gastar com transporte, seja trem, ônibus, avião ou gasolina do carro para ir ao Consulado onde estão as urnas eletrônicas.

A Suíça pratica há muitos anos o voto por correspondência, sem ter havido fraudes. É um sistema simples, que funciona pelo Correio, com o uso de sobrecartas para garantir a inviolabilidade do voto. No momento, estão sendo feitos testes para se utilizar o voto pela Internet.

Outra medida que poderia dinamizar a vida política entre os emigrantes, seria a criação da representatividade parlamentar para emigrantes eleitos por emigrantes. O senador Cristovam Buarque tem uma proposta de emenda constitucional a respeito, já aprovada uma vez pelo Senado. Faltam um novo voto senatorial e dois votos na Câmara Federal.

A eleição indireta para o CRBE, embora ideologicamente pareça ter dado a voz às bases, na prática é outra coisa, pois favoreceu os lobbys atuantes no mercado emigrante, como despachantes, advogados, comerciantes e religiosos, sem conseguir despertar o interesse dos próprios emigrantes. Além disso, os chamados Conselhos de Cidadania são dirigidos pelos Consulados locais, retirando toda legitimidade dessa representação local.

Foi o governo de Dilma que modificou o Decreto original de Lula, acabando com o voto direto para o CRBE, e relançando o conceito de Conselho de Cidadãos junto a embaixadas e consulados, criado pelo ex-presidente FHC. Nessa época, o Conselho era formado pelos diretores das empresas brasileiras, convidados pelo consul ou embaixador. O atual Conselho de Cidadania quer reunir representantes dos emigrantes, mas falha ao funcionar também na base de convites feitos pelo consul.

No caso de uma derrota da presidenta Dilma haverá clima para se rediscutir a questão dos emigrantes, tendo-se em vista que, pelos atuais resultados, o PSDB poderia facilmente eleger deputados emigrantes?


Os Núcleos petistas foram ativos e encaminharam, sem sucesso, ao governo Dilma dois importantes documentos falando em emancipação política e representatividade parlamentar dos emigrantes. Esses documentos defendiam igualmente o voto por correspondência. Talvez o governo não reagiu a esses documentos por ter consciência da fraqueza política do PT no Exterior e de que estaria “fazendo a cama” para a oposição.

O principal entrave a uma evolução da política brasileira da emigração é ter ficado com o Itamaraty a gestão dessa política, com o recebimento de importantes verbas das quais não irá abrir mão tão facilmente. Criou-se assim uma aparente estrutura de conselhos locais, que na verdade ficam sob o controle e tutela dos diplomatas, no contrasenso do aplicado pelo países com experência emigratória que, faz tempo, têm representantes parlamentares emigrantes e um órgão institucional independente voltado para a comunidade emigrante.


Rui Martins, jornalista, escritor, líder emigrante, editor do Direto da Redação

A onda Azul é para não desistirmos do Brasil..E.o Candidato aprendeu a surfar....Só dá Aécio na frente.


Amigos...o voto é secreto...e o momento é para não desistirmos do Brasil

A população está entendendo o atual momento delicado....que a história da república passa


12% na Frente em Minas Gerais
65% a 35% no Acre

62% a   38% em Roraima

Colaboração: Eng. Julio Cesar P. Mattos

CENSURA COMUNISTA CHEGANDO: "LULA ESTÁ DOIDO PARA IMPLANTAR O CONTROLE DA MÍDIA E DA INTERNET"


Lula diz, com todas as letras: marco regulatório da mídia é urgente

2/6/2014 13:39
Por Redação - de São Paulo

Lula acredita que o governo se comunica mal e, por isso, perde o contato com a população brasileira
Lula acredita que o governo se comunica mal e, por isso, perde o contato com a população brasileira
Ex-presidente da República e um dos principais líderes políticos do país, o petista Luiz Inácio Lula da Silva, aos 68 anos, mostra que está mais disposto do que nunca a eleger a presidenta Dilma Rousseff para mais um mandato e, se houver chances, ainda espera voltar em 2018. Em uma longa entrevista à revista Carta Capital, sem medo de represálias, Lula diz, com todas as letras, que o governo não sabe se comunicar e torna-se necessário, o quanto antes, o estabelecimento de um marco regulatório da mídia. O ex-presidente também descarta a tese de que a Copa do Mundo possa ser relacionada, de alguma forma, com as próximas eleições.

– Difícil imaginar que a Copa do Mundo possa ter qualquer efeito sobre a preferência por este ou aquele candidato. Por outro lado, se o Brasil perder, acho que teremos um desastre similar àquele de 1950. Temo uma frustração tremenda, e a gente não sabe com que resultado psicológico para o povo. 

Em 50 jogaram o fracasso nas costas do goleiro Barbosa. O Barbosa carregou por 50 anos a responsabilidade, e morreu muito pobre, com a fama de ter sido quem derrotou o Brasil. É uma vergonha jogar a culpa num jogador. Se o Brasil ganha, a campanha passa a debater o futuro do País e o futebol vai ficar para especialistas como eu – brincou.

Quanto às manifestações de rua, Lula ressalta que “ainda há pouco tempo a gente não esperava que pudessem acontecer manifestações. E elas aconteceram sem qualquer radicalização inicial, porque as pessoas reivindicavam saúde padrão Fifa, educação padrão Fifa; poderiam ter reivindicado saúde padrão Interlagos, quando há corrida, ou padrão de tênis, Wimbledon, na hora do tênis”.

– Eu acho que isso é até saudável, o povo elevou seu padrão reivindicatório. E é plenamente aceitável dentro do processo de consolidação democrático que vive o Brasil. Eu acho que, ao realizar a Copa, o governo assumiu o compromisso de garantir o bem-estar e a segurança dos brasileiros e dos torcedores estrangeiros. Quem quiser fazer passeata que faça, quem quiser levantar faixa, que levante, mas é importante saber que, assim como alguém tem o direito de protestar, o cidadão que comprou o ingresso e quer ir ver a Copa tenha a garantia de assistir aos jogos em perfeita paz – ponderou.

Leia, adiante, os principais trechos da entrevista:
– O povo brasileiro amadureceu e nós entendemos que o resultado da Copa será bem menos importante do que foi em 1950. Mesmo que a seleção perca, não haverá tragédia. Deste ponto de vista. Efeitos sobre as eleições podem ocorrer em função das chamadas manifestações.

– Eu tenho certeza de que a presidenta Dilma e os governos estaduais estão tomando toda a responsabilidade para garantir a ordem. Com isso podemos ficar tranquilos, é questão de honra para o governo brasileiro. O que está em jogo é também a imagem do Brasil no exterior. De qualquer maneira, acho que não vai ter violência, e, se houver será tão marginal a ponto de ser punida pela própria sociedade. Agora se um sindicato quer fazer uma faixa “abaixo não sei o quê, 10% de aumento”, é seu direito.

Eu me lembro que disse ao ministro José Eduardo Cardozo, quando começou a se aventar a possibilidade de uma lei contra os mascarados: “Olha, gente, nem brincar com lei contra mascarados porque a primeira coisa que iremos prejudicar vai ser o Carnaval, não os mascarados”.

A Constituição e o Código Penal definem claramente o que é ordem e o que é desordem e, portanto, o governo tem mecanismos para evitar qualquer abuso. Recomenda-se senso comum. Nesses dias tentaram até confundir uma frase minha sobre uma linha de metrô até os estádios. Em 1950, no Maracanã cabiam 200 mil pessoas, mais de duas vezes as assistências atuais. É verdade, havia menos carros nas ruas, infinitamente menos carros, mas também não havia metrô.
Lula falou à revista Carta Capital dessa semana
Lula falou à revista Carta Capital dessa semana

– De todo modo, vale a pena realizar uma Copa?
– Discordo daqueles que defendem a Copa no Brasil dizendo que vão entrar R$ 30 bilhões, ou que geraremos novos empregos. O problema não é econômico. A Copa do Mundo vai nos permitir, no maior evento de futebol do mundo, mostrar a cara do Brasil do jeito que ele é. O encontro de civilizações, o resultado dessa miscigenação extraordinária entre europeus, negros e índios que criou o povo brasileiro. Qual é o maior patrimônio que temos para mostrar? A nossa gente.

– Em que medida essas manifestações nascem do fato de que houve uma ascensão econômica? Aqueles que melhoraram de vida reivindicam mais saúde, mais educação.
– Não há apenas uma explicação para o que está acontecendo. Precisamos aprender a falar com o povo, para que entenda o momento histórico.

O jovem hoje com 18 anos tinha 6 anos quando ganhei a primeira eleição, 14 anos quando deixei de ser presidente da República. Se ele tentar se informar pela televisão, ele é analfabeto político. Se tentar se informar pela imprensa escrita, com raríssimas exceções, ele também será um analfabeto político. A tentativa midiática é mostrar tudo pelo negativo.

Agora, se nós tivermos a capacidade de dizer que certamente o pai dele viveu num mundo pior do que o dele, e se começarmos a mostrar como a mudança se deu, tenho certeza de que ele vai compreender que ainda falta muito, mas que em 12 anos, passos adiante foram dados.

– O governo não soube se comunicar?
– Eu acho. Eu de vez em quando gosto de falar de problema histórico, para a gente entender o que de fato aconteceu neste país. Já disse e repito: Cristóvão Colombo chegou em Santo Domingo, em 1492, e em 1507 ali surgia a primeira faculdade. No Peru, em 1550, na Bolívia, em 1624. O Brasil ganhou a primeira faculdade com dom João VI, mas a primeira universidade somente em 1930. Então você compreende o nosso atraso. Qual é o nosso orgulho? Primeiro, em 100 anos, o Brasil conseguiu chegar a 3 milhões de estudantes em universidades. Nós, em 12 anos, vamos chegar a 7,5 milhões de estudantes, ou seja, em 12 anos, nós colocamos mais jovens na universidade do que foi conseguido em um século. Escolas técnicas. De 1909 até 2002, foram inauguradas 140. Em 12 anos, nós inauguramos 365. Ou seja, duas vezes e meia o número alcançado em um século.

E daí você consegue imaginar o que significa o Reuni ao elevar o número de alunos por sala de aula, de 12 para 18. Ou o que significa o Ciências Sem fronteiras, o Fies: 18 universidades federais novas. Pergunta o que o Fernando Henrique Cardoso fez? Se você pensar em 146 campi novos, chegará à conclusão de que foi preciso um sem diploma na Presidência da República para colocar a educação como prioridade neste país. Nós triplicamos o Orçamento da União para a educação. É pouco? É tão pouco que a presidenta Dilma já aprovou a lei permitindo 75% dos royalties para a educação. É tão pouco que a Dilma criou o Ciência Sem Fronteiras para levar 65 mil jovens a estudar no exterior. É tão pouco que ela criou o Pronatec, que já tem 6 milhões de jovens se preparando para exercer uma profissão. Isso tudo estimula essa juventude a querer mais.

Tem de querer mais. Quanto mais ela reivindicar, mais a gente se sente na obrigação de fazer. Quem comia acém passou a comer contrafilé e agora quer filé. E é bom que seja assim, é bom que as pessoas não se nivelem por baixo. Eu sempre fui contra a teoria de que é melhor pingar do que secar. Quanto mais o povo for exigente e reivindicar, forçará o governo a fazer mais. O que é ruim? A hipocrisia. Nós temos um setor médio da sociedade, que ficou esmagado entre as conquistas sociais da parte mais pobre da população e os ricos, que ganharam dinheiro também. A classe média, em vários setores, proporcionalmente ganhou menos. Toda vez que um pobre ascende um degrau, quem está dez degraus acima acha que perdeu algumas coisas. A Marilena Chauí tem uma tese que eu acho correta: um setor da classe média brasileira que às vezes também é progressista, do ponto de vista social, mas não aprendeu a socializar os espaços públicos e então fica incomodado.

– Nós entendemos que o problema é representado pela elite brasileira. Quem se empenha contra a igualdade?
– Eu sou o mais crítico do comportamento da elite brasileira ao longo da história. Este país foi o último a acabar com a escravidão, foi o último a ser independente. Só foi ter voto da mulher na Constituição de 34. Tudo por aqui resulta de um acordo, inclusive um acordo contra a ascensão social. Na Guerra dos Guararapes, quando pretos e índios quiseram participar, a elite disse “não, não vai entrar, porque depois que terminar essa guerra vão querer se voltar contra nós”.

– Permita-nos insistir: como vencer as resistências da elite, atiçada pela mídia?
– No movimento sindical, em 1969, comecei a negociar com a Fiesp, certamente a elite era muito mais retrógrada do que hoje. Eu lembro quando nós constituímos a primeira grande comissão de fábrica na Volkswagen nos anos 80, nós fomos pedir a Antônio Ermírio de Moraes a criação de uma comissão de fábricas na sua indústria química de São Miguel Paulista, e significava trabalhador querendo mandar na empresa dele. Hoje tem uma classe empresarial, mais jovem, que já compreende a importância da negociação coletiva. Mesmo assim, permanecem setores retrógrados. Ainda temos coronel que mata gente por este Brasil afora por briga de terra. Nesses dias a Nissan americana não queria deixar seu pessoal sindicalizar-se por lá mesmo e eu tive de mandar uma carta para o presidente da empresa. Mas voltemos à mídia.

– A mídia nutre essa elite.
– Eu certamente não sou especialista nesta questão da mídia e nunca tive muita simpatia dos seus donos. Toda vez que tentei conversar com eles, cuidei de explicar que ao governo não interessa uma mídia chapa-branca, como foram no governo Fernando Henrique Cardoso. Eu não quero isso, não quero que tratem o PT como trataram a turma do Collor nos dois primeiros anos do seu mandato. Agora, também é inaceitável a falta de respeito com Dilma. Se querem falar mal, façam-no no editorial do jornal. Na hora da cobertura do fato, publiquem o fato como ele é. Nunca liguei para o dono de mídia pedindo para fazer essa ou aquela matéria, mas o respeito há de ter, tanto mais por parte da comunicação, que é concessão do Estado. Respeito à instituição, e acho que eles saíram de um momento em que lambiam as botas da ditadura e evoluíram para o pensamento único a favor de FHC, e contra o meu governo e contra o da Dilma, e contra a presidenta com agressividade ainda maior.

– E em termos de informação?
– Quando eu cito os números da educação, por exemplo, é porque nunca foram divulgados por esta mídia. É como se houvesse a obrigação de omitir, sem perceber que com isso se desrespeita o próprio público, que lê, ouve ou assiste. Nem o recente Ibope eles divulgaram. Nem comentaram a inauguração da Rodovia Norte-Sul, que passaram três anos criticando. Há uma predisposição ao negativismo, e isso contribui para uma desinformação da sociedade brasileira. E uma questão é ideológica, se fosse econômica, eles deveriam ir todo dia à igreja acender uma vela para mim, porque muitos estão quebrados e se salvaram no meu governo. Eu estou com a alma tão leve, eu até acho normal o que eles fazem. Vem esse metalúrgico, que a gente supunha destinado a um fracasso total, e é um sucesso. Vem essa mulher aí, que a gente achava um poste, e ela não é um poste. E essa mulher vai se eleger outra vez.
– Insistimos novamente: o governo não se comunica?

Vocês estão certos, não se comunica, eu tenho falado para o Guido Mantega, para a Dilma: vendo como está o mundo hoje, a cada dois meses o governo tem de fazer igual uma empresa com seus acionistas, que têm fundos de pensão. Ou seja, você tem de fazer viagens e convencer o fundo de que a sua empresa é rentável e vale a pena investir. Então, a cada dois meses o governo brasileiro tem de ir a Nova York, não para falar com aposentados brasileiros, mas com o investidor. Já falei com o Itamaraty, com Bradesco, Santander, todos se dispõem a articular os maiores debates brasileiros para mostrar ao mundo realizações e potencialidades. A Petrobras tem de viajar a cada 30 dias para onde tem investidor. Não podemos ficar por conta de um jornalista inglês que copiou matéria de um jornalista que vive no Rio de Janeiro e fica procurando matéria em jornal para se inspirar. O Brasil precisa reconhecer enquanto vira a sétima economia mundial com viés de ser a quinta, que lá fora já não se fala bem da gente. José Luis Fiori escreveu um artigo comparando Brasil e México para acabar com o complexo de vira-lata de quem fala que o Brasil está pior que o México. O que o México tem melhor que o Brasil? Eu quero que o México fique cada dia mais rico, mas a comparação com o Brasil é inadequada, porque o Brasil é maior que o México em tudo.

Dias atrás, estava aqui com meu amigo Gerdau e perguntei: como está o setor siderúrgico? E ele: não está muito bem. Perguntei: quanto é que você está ganhando no Brasil? Somente aqui, respondeu. Perguntem para o Josué Gomes da Silva, da Coteminas, onde ganha dinheiro? No Brasil. O mercado interno brasileiro é uma bênção de Deus que a elite não sabia existir, eles nunca imaginaram que podíamos ultrapassar os 35 milhões de consumidores.

– Que chances há de mudar essa falha do governo?
– Não é fácil, eu sei o que foram meu primeiro e segundo mandatos. Tenho dito com a Dilma que não tem de dar ouvidos a quem fala que gastamos muito com publicidade. Eu acho que, se foi anunciado um programa hoje, e no segundo dia não houve repercussão, vai em rede nacional. O governo tem de dizer o que a mídia não divulgou, porque se não disser, o silêncio se fecha sobre o fato. Dois dias de tolerância, e coloca um ministro em rede nacional, não precisa ir a presidenta todo dia. Mas não fiquemos nisso. O Marco Regulatório tem de ser compreendido. Não é censura, queremos é fazer valer a Constituição de 88, tanto mais quando entram em cena Facebook e companhia, eu nem sei o nome de tudo. Existe Marco Regulatório de 1962. O Franklin Martins foi feliz ao observar: “Em 62, a gente tinha mais televizinhos do que televisores”. Eu lembro que menino ia à casa do vizinho ver televisão, a gente só podia sentar no chão, o sofá era do dono da casa e ele ainda pisava no dedo da gente. Para assistir luta livre, tinha de gastar dinheiro no bar, o dono cobrava. Hoje acontece essa revolução tecnológica e você não quer discutir sua regulamentação? Então, o Marco Regulatório e a reforma política são dois temas de ponta que o PT tem de assumir. Temos de convocar uma Constituinte própria para fazer uma reforma política.

– O que seria esta Constituinte própria?
– Não se destinaria a elaborar uma nova Constituição, e sim discutir a reforma política, exclusivamente. O Congresso tem de aprovar a ideia do plebiscito, e na convocação você diz o que é. E aí, não faltam recursos jurídicos para adotar a nomenclatura adequada. É insuportável governar com o Congresso tomado por tantos partidos. É preciso ter critério para organizar um partido, tem de haver cláusula de barreira.

– E essa história que a imprensa criou do “Volta Lula”?
– O “Volta Lula” começou já na época que eu era presidente, quando pediam o terceiro mandato. Eu, graças a Deus, aprendi a ter responsabilidade muito cedo. E aprendi que, ao aceitar o terceiro mandato, por me achar insubstituível, poderia permitir que outros também achassem, com a possibilidade de alguém, algum dia, tentar o quarto. Não é prudente brincar com a democracia. Cumpri meus dois mandatos, saí cercado pelo carinho do povo. Se, em algum momento, tiver de voltar, posso daqui a 4 anos. Mas não é a minha prioridade. Estarei então com 72 e acho que tem de ser gente mais jovem, com mais vigor físico e capacidade de administração. Mas em política a gente não pode dizer que não, nem sim. Nunca me passou pela cabeça voltar. Em todo caso, minha relação com a Dilma é muito forte, e de muito respeito e admiração pelo caráter dela. Bem formada ideologicamente e muito leal. Nunca iria disputar sua candidatura. Não faltou quem quisesse minha volta, mas quando o Rui Falcão botou em votação, deixei claro: “Quero que saibam, sou candidato a cabo eleitoral da companheira Dilma Rousseff para o segundo mandato à Presidência da República”.

– E quanto aos adversários?
– Conheço o Eduardo Campos, é meu amigo, gosto dele profundamente. Conheço o Aécio, ele não tem a mesma firmeza ideológica do Eduardo, tem outro compromisso, é um representante mais afinado com a elite. Mas a Dilma é a mais preparada. Fico triste que não conseguimos construir algo capaz de manter o Eduardo Campos junto da gente. Mas era destino.

– E a Marina?
– Eu gosto muito da Marina, como figura humana. Foi minha companheira no PT por 30 anos, tenho por ela um carinho muito grande, mas acho que, de vez em quando, comete equívocos na análise política dela, meio messiânica. Imaginei-a candidata e agora entra de vice. Nisso não consigo entender a Marina. Mas não confundo relação de amizade com a minha decisão política. Tenho amizade com o Aécio mais formal do que com o Eduardo e sua família.

– Dilma ganha no primeiro turno?
– A ganhar no primeiro turno por 51% a 49% prefiro ganhar no segundo turno, com 65% a 35%. Reeleição é sempre muito difícil, mas no segundo turno você pode consolidar um processo de alianças com a coalisão e você é eleito com mais desenvoltura, e também permite fazer um debate mais profundo. No primeiro turno todo mundo fala a mesma coisa, promete tudo para o povo. Eu acho que a Dilma está tranquila. Se em 2002 a esperança venceu o medo, acho que agora a esperança e a certeza do que pode ser feito pode vencer o ódio.

– Como analisar o avanço na relação dos BRICS?
– Neste mundo globalizado a gente tem de procurar parceiros. Acabou o tempo em que o mundo pobre esperava tudo da Europa e dos Estados Unidos. Então, eu penso que o Brasil tem de fortalecer as suas relações. Eu sou da tese de que a gente tem de criar um colchão de proteção do Brasil em suas relações externas, do ponto de vista estratégico, do ponto de vista da segurança, econômico, do ponto de vista estratégico do desenvolvimento científico-tecnológico. Porque quem já tem não quer repartir com a gente. Por isso o Brasil há de fortalecer cada vez mais sua participação, sobretudo na América do Sul. E ter aqui, na América do Sul, algo muito forte na área do comércio e da interação das nossas empresas. Ter empresas fortes e bancos de desenvolvimento fortes. O BNDES tem de arcar com um papel mais importante e a gente tem de construir o Banco Sul. Acho que temos de fazer o mesmo com a África, porque agora, no século XXI, a África dará um salto de qualidade. E com os BRICS, precisamos tomar decisões políticas.

Nós somos uma espécie de pêndulo do planeta, então não podemos ficar dependendo do dólar para fazer negócio. Temos de construir, e não esperar que o mundo construído no século XIX, no começo do século XX, venha nos salvar. Nós podemos fazer a diferença. Eu acho que esse acordo da Rússia com a China, esse negócio do gás, foi um tapa de pelica na cara da Aliança do Atlântico. Acho que os BRICS devem funcionar como uma espécie de segurrança na relação de cinco economias importantes. Por que eu falo isso? O Mercosul, quando cheguei à Presidência, não valia nada. A Alca é que estava na moda. Nós não implantamos a Alca e o Mercosul passou de 10 bilhões para 49 bilhões de fluxo de comércio exterior. A América do Sul não valia nada, o Brasil não conversava com ninguém, ninguém conversava com o Brasil.

– Não é de interesse da elite que esses dados apareçam.
– O Brasil é o primeiro produtor, e primeiro exportador, de carne processada, suco de laranja, tabaco, o segundo de soja. Tudo que você imaginar, o Brasil está entre os cinco do mundo. Vamos gostar deste país!

O PSDB alega que a Infraero quebra um dos princípios da disputa eleitoral, que é a igualdade entre os candidatos.


    Infraero libera pouso para avião de Lula no Acre, mas nega para vice de Aécio Neves

O PSDB alega que a Infraero quebra um dos princípios da disputa eleitoral, que é a igualdade entre os candidatos.

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Avião de Lula desembarcou no Acre mesmo com aeroporto fechado/Foto: Reprodução Facebook/Jorge Viana
O candidato a vice na chapa de Aécio Neves (PSDB), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), não foi permitido pela Infraero, na sexta-feira da semana passada, a pousar no mesmo aeroporto do Acre fechado para obras de manutenção na pista, mas aberto horas antes para que o ex-presidente Lula pudesse cumprir agenda de campanha no Estado. Sem a autorização, o PSDB decidiu transferir o evento para Cruzeiro do Sul, a segunda maior cidade acriana.
Segundo Marcelli Tomé, coordenador da campanha de Aécio no Acre, o partido fez uma consulta informal a Infraero para saber da possibilidade do avião de Aloysio pousar em Rio Branco fora do horário estabelecido pela administração do aeroporto, que é da meia-noite às 8h. Tomé afirma que a empresa negou esta “brecha” para o tucano.
Leia também:
Por conta de problemas de agenda do vice, o evento foi transferido para este sábado (18) e mantido em Cruzeiro do Sul. “A princípio nossa agenda com o Aloysio deveria ser em Rio Branco, mas como não havia condições de desembarcar aqui, transferimos para Cruzeiro do Sul, e lá foi mantida. De repente somos surpreendidos com a notícia de que a pista seria liberada para o Lula, e a pista ficaria liberada até sábado, dia em que o Aloysio vem pra cá”, diz o coordenador.
Mesmo com o aeroporto livre para operações até sábado, o PSDB decidiu manter a agenda do senador tucano em Cruzeiro do Sul. Procurado pela reportagem, o superintendente da Infraero no Acre, Jailson Mendes, confirmou que foi procurado pelo PSDB. De acordo com ele, os tucanos foram informados de que poderia haver o pouso, “desde que a pista não estivesse em obras”.
Mendes não soube informar se e quando as obras sofreriam algum tipo de interrupção para que as operações ocorressem fora do horário estabelecido. Quanto à exceção feita ao avião de Lula, ele informou de que esta é uma informação de responsabilidade da presidência da Infraero em Brasília. Mendes negou que a liberação da pista ocorra só até sábado. “Não foi estabelecido norma definindo data para o seu fechamento. Até o momento não sabemos quando as restrições voltarão.”, disse.
O PSDB chegou a entrar com representação eleitoral para tentar impedir o pouso do avião de Lula. O partido alega que a Infraero quebra um dos princípios da disputa eleitoral, que é a igualdade entre os candidatos. A liminar, contudo, não foi acatada pela Justiça A estatal ainda foi denunciada no MPF (Ministério Público Federal) por improbidade administrativa.

Fonte: http://www.contilnetnoticias.com.br/noticias-politicas/114-plantao/12817-infraero-libera-pouso-para-aviao-de-lula-no-acre-mas-nega-para-vice-de-aecio-neves

domingo, 19 de outubro de 2014

LULA, DILMA, PT E ALIADOS SÃO TRAIDORES DO BRASIL: Mais Um Assalto á Petrobrás .#ForaPTeDilmaLula



Petrobras repassou meio bilhão de dólares a Evo durante sua campanha

Leandro Mazzini

Além da artilharia pesada da oposição, antes e no meio desta campanha eleitoral, sobre a corrupção na estatal, a Petrobras virou alvo do Ministério Público Federal por causa de um – muito – suspeito pagamento adicional ao governo da Bolívia pelo chamado 'gás rico'. Em abril o blog denunciou o caso, lembre aqui 

A petroleira repassou em setembro à Bolívia cerca de US$ 434 milhões ( mais de R$ 1 bilhão ) por aditivo contratual, para pagar fornecimento de gás, retroativo desde 2006 – algo que o contrato inicial não estipulava com a petroleira boliviana YPFP.

A polêmica é maior porque o dinheiro foi repassado na reta final da vitoriosa campanha de reeleição do presidente Evo Morales para o seu terceiro mandato ( ele mudou a Constituição para disputar, entenda aqui ).

O adicional foi um acordo político de aliados: um pedido de Evo para o então presidente Lula, anos atrás, que se formalizou mês passado.

AVISAMOS EXAUSTIVAMENTE. VEJA AGORA:"Ouvi o Senhor dizer: Escreva e faça a nação brasileira refletir nesse tema:"

domingo, 19 de outubro de 2014

 Liberdade, ainda que tardia!


Ricardo Robortela


Há 17 anos quando comecei meu ministério em Cuba. na primeira viagem quando retornava de Havana, haviam militantes do PT atrás no avião que quando o avião pousou no Rio de Janeiro começaram a gritar: Vamos transformar o Brasil em uma Cuba. 
Senhor me acordou no meio da noite e me mandou escrever alguns pontos.
Ouvi o Senhor dizer: Escreva e faça a nação brasileira refletir nesse tema:
A pergunta que se deve fazer é: Porque o PT não fala abertamente ao Brasil que eu ideal é acima e muito além de um partido político, mas uma ideologia talvez uma religião? E que seu sonho é entregar a soberania deste país a um controle de estado socialista?
Não se fala abertamente, mas caminhamos na mesma direção de levarmos o Brasil a uma revolução bolivariana onde o estado é a mãe de tudo e de todos, comprando a liberdade das mentes tal como a Venezuela, Bolívia e Argentina que se aproximaram de Cuba, não para ajudar o povo cubano, mas para sustentar um regime falido e uma ideologia marxista.
Um país que vende medicina a estrangeiros e exporta médicos para o mundo, mas em sua própria terra são tratados como prisioneiros. Um país falido que é sustentado por remessas estrangeiras, pelo turismo e prostituição e cuja economia vive um contraste entre várias moedas e cujo tempo parou há mais de 50 anos. Esse é o modelo do PT?
Esse é o modelo na qual devemos apoiar e sustentar? Por isso se constrói portos e obras em Cuba, e como forma de pagamento aceitamos médicos que são tratados e humilhados como escravos.  Importamos células socialistas que controlam a vida e profissão, não permitem que seus familiares venham com eles e que trabalham aqui com agentes secretos cubanos que age como em Cuba, onde existe 5 tipos de policias.
Onde cada quarteirão é uma base da revolução e um centro de informações a favor do Governo. Exportar médicos como se exporta bois. Aliás, em Cuba é possível você ficar preso por sete anos simplesmente porque você matou seu próprio boi para alimentar-se. E ficar livre por matar um ser humano em pouco tempo, porque o valor da vida humana é menor que o valor que se comercializa aos turistas. Não sou contra o programa Mais Médicos, somos contra a escravidão humana e contra a forma que tratamos com nosso semelhante.
A revolução bolivariana que acontece na Venezuela dividiu o pais em 2 assim como o PT também está dividindo a nação brasileira.
E assim como Minas foi o primeiro estado brasileiro a dar seu sangue na Inconfidência Mineira, assim nós estamos aqui para não vendermos nossa liberdade a nenhum preço. Todas as ações sociais devem ser mantidas e ampliadas.
Toda  a ajuda aos pobres deve ser incentivada como exemplo e cada vez mais estruturada, mas não podemos roubar a mente da nação e nivelarmos as pessoas a um grau de escravidão mais baixo: roubarmos sua mente. 
Devemos trazer a voz da liberdade, do trabalho, da prosperidade onde não é errado prosperar e crescer.  A verdadeira liberdade não manipula, não mente, não controla e nem se cala diante da injustiça. A verdadeira liberdade não diz: os fins justificam os meios.
O que se vê hoje no Brasil é uma parcela da população  calada, manipulada e amedrontada em perder benefícios que na verdade deveriam ser dados sem medo e sem cobrança persuasiva. Assim o modelo brasileiro tem a tendência de se aproximar ao modelo cubano.
Estamos aqui para dizer ao povo brasileiro o que esta nação mais precisa: Liberdade, Liberdade ainda que tardia assim como é citado o lema da bandeira do estado Minas Gerais. Liberdade!
Começando com a liberdade de pensamentos, integridade e expressão, mas também lembrando que a palavra de Deus diz: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.
O Brasil precisa realmente é de manter essa liberdade para que possamos levar a nação a mais plena e verdadeira liberdade: Conhecer a Deus. Feliz a nação cujo Deus é o Senhor!
Proporcionarmos um ambiente para que os sonhos de Deus se cumpram nesta nação. Das terras de Minas nasce sempre um ideal de liberdade, já demos nosso sangue e continuaremos o dando pela liberdade, desde a inconfidência mineira vozes de justiça e liberdade que nunca parou de gritar diante do imperialismo e autoritarismo ainda continuam se levantando nesta nação.
Todo povo tem o governo que merece e merecemos um governo melhor. Um governo que não se alinha com o terrorismo internacional, com ideologias marxistas e um governo que não se apropria da nação como sua.
Aqui não é uma ilha, nem muito menos tem um dono.  Nossa nação merece ser livre desta ideologia e voltar a caminhar em rumos melhores e horizontes mais transparentes.
Essa ideologia leva a uma idolatria e faz com que as pessoas tenham  olhos, mas não vejam, tenham bocas, mas não falem, tenham ouvidos, mas não ouçam (Salmo 115). Por isso diante de tantas denuncias e corrupções muitas pessoas não reagem e diante de tantas mentiras não mudam.
Uma voz de liberdade e ousadia precisa ser levantada nesta nação, pois a verdade liberta. O Brasil precisa ser liberto desta ideologia maligna.
Se meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar,buscar a minha face e se arrepender de seus maus caminhos eu ouvirei dos céus, perdoarei o seu pecado  e  sararei sua terra.¨  (II Crônicas 7:14)
 Liberdade, ainda que tardia.

sábado, 18 de outubro de 2014

Clipe Revolução do Amor (legendas em Português)...ENTRE NESTA REVOLUÇÃO CONOSCO



Clipe Revolução do Amor (legendas em Português)





ATENÇÃO CRISTÃOS: Mais do que nunca o Brasil precisa de uma revolução do verdadeiro amor, o amor de Deus. Os valores morais e espirituais da sociedade Brasileira estão sendo bombardeados diariamente pelos Ativistas Gays, pela Mídia Marron, pela Televisão e pelas redes sociais com filmes e fotos pornógráficas, além de leis desconsiderando o sexo da pessoa que só pode nascer homem ou mulher, tentando incutir na cabeça de muitos que existe a famigerada : IDEOLOGIA DO GÊNERO.

Estão sucateando a família e o casamento tradicionais e valorizando dois machos viverem juntos como se fossem uma família e terem relaçõe sexuais ANAIS que são prejidiciais á saúde física, psicólógica e espiritual. A Bíblia tem sido bombardeada como sendo um livro qualquer, porém, graças a Deus que a maioria da população a considera a Palavra de Deus e tem se baseado nos ensinos preciosos dela para oreitar suas vidas.

NÃO PARE DE LUTAR....Se não tens feito nada até aqui, comece. Nunca é tarde para começar a lutar contra todo este estado de coisas. O mundo está dominado pelo DIABO, nosso adversário e milhões de vidas de pré-adolescentes, adolescentes e jovens tem sido destruídas pelas artimanhas dos Gayzistas e deste governo corrupto do PT, seus coligados COMUNISTAS, Dilma e Lula. Precisamos mudar isto.

Acredite que podemos. Não estamos sózinhos. Além da maioria dos Brasileiros serem contra isso, nós temos Deus conosco. Ele não nos desamparará.

PAIS: Tomem cuidado redobrado com o que seus filhos veem em celulares, computadores, redes sociais, televisão e principalmente nas escolas. Esteja atento e muito atento. Estes são dias males que estamos vivendo, porém, a quem for fiel, Cristo prometeu a "COROA DA VIDA". Vida eterna e podemos começar vivendo-a mesmo aqui na terra. Não deixe seus filhos irem a EVENTOS GAYS e a lugares onde eles frequentam. A promiscuidade, o pecado e a desgraça estaarão lá esperando por seus filhos. Não os deixem ir nestes lugares.

Procure uma igreja onde eles possam aprender os princípios fundamentais da vida. Com certeza, ainda a Igreja é o melhor lugar para eles frequentarem, porém, mesmo lá é preciso se tomar cuidado, pois temos pessoas que são recem chegadas e algumas vezes com más intençoes. Este momento requer de nós pais e avós muito cuidado. E dos jovens que cuidem com quem farão amizades. Caiam fora de amizades com pessoas que possuem comportamentos reprováveis, de acordo com a Bíblia.

O apóstolo Paulo disse: "As más companhias corrompem o bom costume". TODO CUIDADO AINDA É POUCO. Se precisar de ajuda, de como lidar com filhos que já iniciaram na prática homossexual, ou qualquer outro comportamento reprovavel pelos princípios bíblicos, nos procure. Escreva um email para : defesa_hetero@yahoo.com.

Obrigado,
Rev. Alberto Thieme
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