COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

França — Sacrílego e bárbaro atentado do terrorismo islâmico: sacerdote católico é degolado

França — Sacrílego e bárbaro atentado do terrorismo islâmico: sacerdote católico é degolado




Na manhã de ontem, 26 de julho, dois muçulmanos degolaram o Padre Jacques Hamel, de 84 anos [foto].
Armados com facas, os sequazes de Maomé, enquanto o sacerdote celebrava a Missa, invadiram a Igreja em Saint-Etienne-du-Rouvray (Norte da França), gritando “Allah Akbar” (Alá é Grande) e louvores ao “Estado Islâmico”. Eles tomaram como reféns alguns assistentes da missa matinal, entre os quais duas freiras. Ato contínuo, com suma crueldade e covardia, obrigando o sacerdote ajoelhar-se diante deles, o degolaram ali mesmo. Ademais, feriram gravemente um dos paroquianos. Uma religiosa, irmã Danielle, conseguiu fugir e chamou a polícia, que cercou a Igreja e abateu os dois terroristas.
O “Estado Islâmico” já assumiu a autoria de mais este cruel atentado na França, confirmando que os terroristas eram “dois de nossos soldados”.
O sacerdote degolado mantinha relações cordiais com os muçulmanos da cidade, a ponto de há 16 anos ter oferecido um terreno para a construção da mesquita local… É bem o caso de recordar o dito espanhol: “Cria cuervos que te sacarán los ojos” (“Criem corvos, e eles te arrancarão os olhos”…).
Enquanto alguns chefes de Estado europeus abrem indiscriminadamente suas fronteiras para a entrada de “imigrantes” maometanos, estes vão se estabelecendo e sendo aliciados e preparados por seus chefes para perpetrarem atentados terroristas com vistas a colocar a Europa de joelhos e dominá-la. Sempre alentando o projeto de aniquilação da Cristandade europeia, por meio de uma espécie de gigantesca contra-cruzada pela destruição da Cruz Cristo e a implantação do Crescente de Maomé!


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Ao fundo, a Igreja em Saint-Etienne-du-Rouvray, onde o idoso sacerdote francês foi degolado pelos muçulmanos

Segundo a Agência de Notícias “Zenit”, o Pe. Federico Lombardi, porta-voz da Santa Sé, difundiu uma nota à imprensa na qual lamenta o fato. Sem denunciar o islamismo, escreve: “Sigamos a situação e esperemos mais informações para compreender melhor o que aconteceu”.
A fim de se “compreender melhor o que aconteceu”, seria bem o momento de relembrar ao porta-voz da Santa Sé a ameaça a Roma proferida em 1962 por Gamal Abdel Nasser (presidente do Egito entre 1954 a 1970): “O Crescente arrastou a Cruz na lama… Só uma cavalgada muçulmana é que nos poderá restituir a glória de outrora. Essa glória não será reconquistada senão quando os cavaleiros de Alá tiverem pisoteado São Pedro de Roma e Notre Dame de Paris”. (“Nouvelles de Chrétienté”, Nº. 362, de 13-9-62).
Conviria também relembrar que, quando no século XVI a Europa esteve prestes a ser invadida por mar pelos maometanos, o Papa São Pio V conclamou os príncipes europeus a se unirem numa frente comum contra o invasor. Reuniu uma pequena esquadra, que entregou ao comando de Dom João d’Áustria, pedindo-lhe que partisse logo ao encontro do inimigo. No dia 7 de outubro de 1571 deu-se a célebre Batalha de Lepanto, travada no golfo do mesmo nome. Dom João d’Áustria mandou hastear o estandarte oferecido pelo Papa e bradou: “Aqui venceremos ou morremos”, e deu a ordem de batalha contra os seguidores de Maomé.


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Quadro “A Batalha de Lepanto”, travada no dia 7 de outubro de 1571. A vitória da esquadra católica impediu a invasão maometana na Europa

Os primeiros embates marítimos foram favoráveis aos muçulmanos, que, formados em meia-lua, desfecharam violenta carga. Os católicos, com o terço ao pescoço, prontos a dar a vida por Deus e tirar a dos infiéis, respondiam aos ataques com o maior vigor possível. Por fim, através de um surpreendente auxílio da Santíssima Virgem aos cristãos, a esquadra muçulmana bateu-se em retirada. Os infiéis perderam 224 navios (130 capturados e mais de 90 afundados ou incendiados), quase 9.000 maometanos foram capturados e 25.000 morreram, enquanto as perdas católicas foram bem menores: 8.000 homens e apenas 17 galeras perdidas.
Com essa memorável vitória católica em Lepanto a Europa viu-se livre da dominação islâmica naqueles idos. (Cfr. William Thomas Walsh, Felipe II, Espasa-Calpe, Madrid, 1951, p. 575).
maometano-300x165E em nossos dias? Os europeus assistirão de braços cruzados a nova tentativa de domínio do glorioso Velho Mundo? Permitirão que o perigo maometano se agigante em tais proporções que depois não adiantará fazer mais nada?
No ano passado, após um dos atentados do terrorismo islâmico em Paris, Aboubakar Shekau, líder do grupo muçulmano Boko Haram, declarou“Estamos muito felizes com o que aconteceu no centro da França. Oh, franceses, vocês que seguem a religião da democracia, entre vocês e nós a inimizade é eterna”.
Um ano antes dessa patética declaração, Dom Amel Nona, Arcebispo de Mosul — a terceira maior cidade do Iraque —, após relatar as atrocidades praticadas pelos maometanos em sua região, como abuso de meninas, incêndios de igrejas e casas, escravidão de mulheres que viram seus maridos serem degolados etc. afirmou: “Nossos sofrimentos de hoje são um prelúdio daqueles que também vós, europeus e cristãos ocidentais, padecereis no futuro próximo, se não reagirdes a tempo”.
Quantas cabeças ainda precisarão rolar na Europa para que as autoridades tomem providências sérias e não fiquem mais nesse blábláblá “politicamente correto”, como a repetição do “mantra” de que o“islamismo é uma religião de paz”? Ou ainda disparates como este do primeiro ministro francês Manuel Valls, que em 15 de julho último — no dia seguinte ao terrível atentado terrorista islâmico em Nice, que atropelou centenas de pessoas e matou quase 100 — declarou: “Entramos em uma nova era. E a França terá que conviver com o terrorismo.”
Ou seja, “conviver com o terrorismo”, significa que deveremos continuar nos levantando da cama todos os dias nos perguntando: “Onde foi hoje o atentado do terrorismo islâmico?”. “Quantos morreram?” — Isto até que acordemos banhados em sangue, ou voando pelos ares num dos atentados?!
FONTE: 
http://ipco.org.br/ipco/franca-sacrilego-e-barbaro-atentado-do-terrorismo-islamico-sacerdote-catolico-e-degolado/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedipco+%28IPCO+-+Instituto+Plinio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29#.V5rnqLgrLDc

quinta-feira, 28 de julho de 2016

VOCÊ SABIA? A ESCOLA DOMINICAL É A MÃE DAS ESCOLAS ATUAIS!

A ESCOLA DOMINICAL, A MÃE DAS ESCOLAS ATUAIS

Por Gilberto Stêvão

Você sabia que a escola que você estudou, seja governamental ou particular, teve sua origem nas Escolas Dominicais?
Neste breve rascunho proponho que estudemos as origens da Escola Dominical e o desejo dos cristãos em ganhar almas para Jesus, criando  uma segunda escola dominical. Foi o que deu origem às escolas em que hoje todas as crianças estudam. A Escola dominical nasceu com um amplo conceito de educação,

O erro começou quando se tirou do currículo a alfabetização, linguagem, matemática, história, etc., inserindo nele apenas a visão missionária, tornando-se assim uma escola com ensino religioso, dogmático.
A escola dominical foi a mais útil, benéfica e duradoura instituição criada pelo protestantismo. Seu trabalho educacional foi tão amplo, de uma real educação cristã de ensino pleno, que rapidamente se espalhou pelo mundo. Lamentavelmente, cem anos depois, a partir de 1869, ela começou a desviar-se de sua origem e passar para as mãos e controle do Estado: Não necessariamente todas. 
- amplo conceito de educação, vou chamar de "educação ampla";
- educação cristã, em um conceito que compreende os saberes sob a ótica dos ensinos bíblicos;
- junto a uma igreja, isto é, ao corpo de Cristo, nas ações educativas.
A escola dominical acabou por dar origem as atuais escolas seculares, que a princípio foram sustentadas pela igreja organização, e por voluntários, mas posteriormente pelo sistema político governamental. Se não houvesse esse desvio, hoje as escolas seculares seriam cristãs por princípios, estariam inseridas na estrutura de um igreja protestante e as crianças não estariam sujeitas aos ensinos ateus, evolucionistas, tendenciosos, que combatem a Bíblia e a fé cristã, em países como o Brasil, embora a esmagadora maioria populacional seja cristã. Esse paradoxo ocorre porque que o estado se diz laico, ou seja, não religioso. De fato, o estado seria laico se ele nào opinasse quanto aos aspectos religiosos.   Ele se diz laico, mas tem sua posição quanto a esses aspectos.
 Um Estado, como o brasileiro, se diz laico, mas é extradordináriamente ateu, apoia o ateísmo, ensina o ateísmo, e é tendenciosamente evolucionista, quer dizer, nas origens de todas as coisas não existe um ser criador. É justamente isso que é determinado e exigido que seja ensinado nas escolas estatais brasileiras. Não é assim, por exemplo, nos Estados Unidos, cujos livros ensinam abertamente a presença de um ser criador nas origens, ou então deixa de ensinar este fato, sem nenhum problema para a estrutura de ensino. 

O que acontece com os projetos educacionais das escolas brasileiras, é que o Estado exige que se escreva no projeto algo como lealdade ao materialismo, evolucionismo, mas depois pode ser ensinado como se quer em nível de sala de aula. Nisto consiste uma enorme aberração, em que os educadores sendo cristãos fazem seus alunos ateus, embora se declarem cristãos. Você entendeu? Jesus disse aos seus: Quem comigo não ajunta, espalha, que quer dizer: você é ou você não é de Cristo. Os cristãos devem exigir uma clara posição deste laicismo do estado brasileiro.

Ele é contra ou a favor da religião. Isto é diferente de o estado ser de uma religião. As leis têm que dizer com clareza que o estado não é contra qualquer manifestação de religiosidade. Ou dizer com todas as letras da lei: O estado brasileiro é ateu e não permite se ensine que existe um ser criador ou use qualquer expressão de religiosidade no ensino.

Como pode um cristão entender o estado brasileiro que aceita em seu sistema de ensino somente o que é favorável à filosofia dos ateus? Numa clara demonstração de que tudo que é contra a uma religião o estado brasileiro é a favor. Logo ele tem um lado. Este estado laico que prega ser, de fato não o é.  Nas escolas primitivas, o primeiro livro a ser lido e estudado como uma cartilha era a Bíblia.

Agora o estado proibe a leitura da Bíblia, como se ela fosse uma inimiga da educação. Se esses desvios no caminho da Escola Dominical não houvessem ocorrido, o mundo seria outro, e muito melhor. Porque na educação seriam ensinados os valores fundamentais da existência humana: o amor, o juízo e a justiça, a invisibilidade e a eternidade. Somente assim pode-se educar uma criança sobre o bem e o mal, verdade ou mentira, o certo ou errado. Nos fatos morais não há meio termo.

Os malefícios ensinados pelas escolas seculares de hoje não alcançariam crianças, se estas estivessem sob orientações morais, fosse a igreja qual fosse. Porque os ateus não têm interesse algum pela moral. Isto deve levar todas as pessoas honestas e de bem a uma ponderada reflexão.  O contexto de educação da escola dominical era muito amplo, democrático, imparcial, porque era cristão e não se limitava apenas ao ensino religioso. Uma pequena história da escola dominical contada pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie em http://www.mackenzie.br/6924.html pode ensinar muitas coisas de valor inestimável.
1. Um notável pioneiro
A moderna instituição conhecida como “escola dominical” teve como seu principal fundador o jornalista inglês Robert Raikes (1735-1811). Ele era natural da cidade de Gloucester e em 1757, aos vinte e dois anos, sucedeu o pai como editor do Gloucester Journal, um periódico voltado para a reforma das prisões. Nessa época, estava ocorrendo na Inglaterra o extraordinário avivamento evangélico, com sua forte ênfase social.

Inspirado por outras pessoas, Raikes iniciou uma escola em sua paróquia em 1780. Ele ensinava crianças pobres de 6 a 14 anos a ler e escrever e dava-lhes instrução bíblica. A ideia de Raikes rapidamente se alastrou pelo país. Apenas cinco anos mais tarde, em 1785, foi organizada em Londres uma sociedade voltada para a criação de escolas dominicais.
2. Um extraordinário crescimento
Um ano depois, cerca de 200.000 crianças estavam sendo ensinadas em todo a Inglaterra. No princípio os professores eram pagos, mas depois passaram a ser voluntários. Da Inglaterra a instituição foi para o País de Gales, Escócia, Irlanda e Estados Unidos.
3. Difusão nos Estados Unidos
No fim do século 18, quando ocorreu a independência dos Estados Unidos, muitas crianças, especialmente pobres, não tinham acesso à educação. As escolas dominicais vieram suprir essa carência, além de unir o ensino religioso ao ensino geral. A primeira escola dominical americana surgiu numa residência da Virgínia em 1785. Na década seguinte, foram criadas escolas em Boston, Nova York, Filadélfia, Rhode Island e Nova Jersey. Destinavam-se a crianças que careciam de educação, muitas das quais trabalhavam em indústrias.

Na cidade de Pawtucket, Estado de Rhode Island, foi iniciada uma escola na primeira usina de algodão dos Estados Unidos. Os primeiros dirigentes em geral eram leigos e líderes comunitários; o texto usado era a Bíblia e as matérias incluíam leitura, redação e valores cívicos e morais. Essas escolas dominicais prepararam o caminho para a criação de escolas públicas.
4. A organização do movimento
A partir de 1800, os propósitos das escolas dominicais americanas passaram a ser instrução e evangelismo; elas transmitiam valores cristãos e o espírito democrático da nova nação. Era um trabalho não-denominacional ou, como se dizia na época, uma “associação voluntária”, reunindo pessoas de diferentes igrejas. Em 1824 foi fundada a União Nacional de Escolas Dominicais, que organizou os líderes, publicou literatura e criou milhares de escolas no interior do país. Na mesma época, muitas denominações começaram a criar as suas próprias uniões de escolas dominicais.
Até a década de 1870, existiram dois tipos de escolas dominicais: (a) missionárias, que evangelizavam crianças em áreas rurais e bairros pobres das grandes cidades; (b) eclesiásticas, que educavam os filhos dos membros das igrejas.
5. Um princípio para o erro
Em 1869 reuniu-se a primeira Convenção Nacional de Escolas Dominicais (passou a denominar-se Convenção Internacional em 1875). Uma comissão passou a preparar um currículo de lições padronizadas para uso geral (Lições Internacionais). Surgiram normas para o uso do tempo e do espaço nas igrejas e o sistema foi levado para os campos missionários no exterior.
6. Um retorno às origens
Alfabetização pela Bíblia está preparada para ajudar as igrejas a realizar uma Escola Dominical do modo como ela foi criada em sua origem: Educação cristã plena (como na origem), gratuita, democrática, isto é para todos (como na origem), com professores pagos (como na origem) e junto às igrejas (como na origem).
  
PROCURE-NOS PARA SABER COMO SE FAZ ISTO?
Centro Evangélico Brasileiro: Educação, Beneficência, Fé e Missão (Ide)
Facebook: Alfabetização pela Bíblia
Pastor Gilberto Stevão - Há 58 anos no serviço do Senhor Jesus.
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Fone (41) 3232-1917

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Na Caixa Econômica Federal

Para Centro Evangélico conta 2.088-7 Agência 1525.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Placar do impeachment da Dilma: SENADORES INDECISOS E CONTRA...Escreva para eles, urgente!

terça-feira, 26 de julho de 2016


Placar do impeachment da Dilma


Vejam quem vai votar contra o impeachment da Dilma. Vejam também a lista dos indecisos. 

Divulgue o link ~>  https://goo.gl/ru6Yr8


Contra impeachment:

Angela Portela, PT/RR 
























Jorge Viana, PT/AC














Kátia Abreu, PMDB/TO















Paulo Paim, PT/RS







Paulo Rocha, PT/PA







Regina Sousa, PT/PI





























Os indecisos, segundo minha avaliação:
Pressionem, telefonando para o gabinete ou mandando e-mail (Ossami Sakamori).

Acir Gurgacz, PDT/RO


















Eduardo Braga, PMDB/AM








Elmar Férrer, PTB/PI














José Maranhão, PMDB/PB








Roberto Rocha, PSB/MA

Romário, PSB/RJ 







Até o dia da votação poderá haver alterações nestas listas. 
Vocês podem colaborar para atualizar a lista, postando comentário no espaço próprio. 

Ossami Sakamori... 

Um dos maiores defensores da Democracia Brasileira verdadeira, não a que os Petralhas e Comunas bandidos defendem...
ADHT - @defesahetero












@ApoioTemer

domingo, 24 de julho de 2016

ATENÇÃO PAIS: NÃO PERMITAM QUE O GAYZISMO ALCANCE SEUS FILHOS EM FESTAS NAS ESCOLAS...FIQUEM LIGADOS!

Marginais Comunistas disfarçados de "Professores" fazem crianças gaúchas participarem de "Casamento Gay"
17/07/2016 13h15 - Atualizado em 17/07/2016 13h31
Casamento caipira gay é encenado em festa de escola de Santa Maria, RS
Alunos do 9º ano da Escola Municipal Hylda Vasconcellos foram aplaudidos.
Apresentação ocorreu durante festa "julina" do colégio no sábado (16).

Rafaella Fraga

Do G1 RS

Casamento caipira começou com casal formado por rapaz e moça, e acabou com dois casais (Foto: Michelle Teixeira/Agência RBS)

Casamento caipira em festa 'julina' de escola de Santa Maria começou com casal formado por rapaz e moça, e acabou com dois casais (Foto: Michelle Teixeira/Agência RBS)

A encenação de um casamento caipira gay marcou a festa “julina” de uma escola pública deSanta Maria, cidade da Região Central do Rio Grande do Sul. Segundo a escola, a atuação levantou a discussão sobre homoafetividade e o respeito à diversidade na instituição.

A festa foi realizada na tarde de sábado (16) na Escola Municipal Hylda Vasconcellos. Tradicional e muito aguardada pela comunidade, o festejo é organizado dentro do ambiente escolar, com o apoio de professores e estudantes.

Os alunos foram muito corajosos e os pais e professores também estão de parabéns. Se os nossos estudantes chegaram até aí com essa cabeça, de respeitar o outro, de tentar fazer um mundo melhor, também é por causa dos pais e professores. Nós estamos preparando cidadãos para o mundo"
Coordenadora pedagógica dos anos finais da Escola Municipal Hylda Vasconcellos, Martha Najar

Neste ano, o casamento caipira ficou a cargo de uma turma de alunos do 9º ano. A iniciativa de representar um casamento gay partiu dos próprios alunos e foi abraçada pelos professores e direção. A ideia era mostrar a união entre dois meninos e duas meninas.

“Uma aluna perguntou se podia ser um casamento gay e eu disse que sim. Fico muito orgulhosa porque a ideia partiu deles, e fico feliz porque eles se sentiram à vontade e a escola deu essa liberdade”, contou ao G1 a coordenadora pedagógica dos anos finais da Escola Hylda Vasconcellos, Martha Najar.

Ela diz, no entanto, que duas alunas não tiveram a permissão dos pais para participar da encenação. Uma delas, inclusive, faria o papel de uma das noivas e acabou sendo substituída por uma professora.

“Outros pais, de crianças mais novas, das séries iniciais, nos procuraram para dizer que não levariam os filhos na festa. Eu disse que respeitava a opinião deles, mas que a decisão seria mantida”, ponderou a educadora.
Mas a polêmica que acabou surgindo não prejudicou em nada a encenação. “A festa ocorreu normalmente, foi bastante gente mesmo assim. Teve comida, teve brincadeiras, e teve casamento caipira também. Estou orgulhosa”, completou a professora.

A encenação

A apresentação começou com a entrada de um casal formado por um rapaz e uma moça. Em frente ao celebrante, que não era um padre, o noivo disse “sim”.
Mas a noiva tentava uma alternativa. Eis que outra moça interrompeu a cerimônia e disse que a noiva não se casaria com outra pessoa, a não ser com ela. As duas saem juntas de cena.

Abandonado no altar, o noivo não acaba sozinho. O celebrante confessa que gostaria de se casar com o noivo. Por fim, os dois saem juntos, aplaudidos.

“Foi tudo muito bonito. Os alunos foram muito corajosos e os pais e professores também estão de parabéns. Se os nossos estudantes chegaram até aí com essa cabeça, de respeitar o outro, de tentar fazer um mundo melhor, também é por causa dos pais e professores. Nós estamos preparando cidadãos para o mundo”, concluiu a educadora.... 
ESTAS SÃO DESCULPAS ESFARRAPADAS DE COMUNISTA QUERENDO DESTRUIR A FAMILIA TRADICIONAL.
Aviso aos "professores" gaúchos - Não é o meu caso porque meus filhos estão em escola particular, mas, se numa escola pública vocês os fizessem participar de "casamento gay", eu encontraria vocês PESSOALMENTE para acertarmos nossas contas. Não há meio termo com marginais pedófilos, gayzistas e viciados como vocês...Vocês só entendem uma linguagem - a do MEDO.
...
Milton Pires.

ADENDO ADHT: O QUE FAZER?

ATENÇÃO PAIS: Entrem com uma denúncia extra-judicial (veja como fazer aqui) contra a diretora da Escola Municipal Hylda Vasconcellos, a coordenadora pedagógica Martha Najar que aprovaram essa palhaçada para ajudar a desconstruir a FAMÍLIA E O CASAMENTO TRADICIONAIS. Escreva para o Prefeito e Vereadores, bem como ao Ministro da Educação, exigindo punição aos acima informados por terem permitido algo que é contra o Plano Nacional de Educação, o Plano Estadual de Educação e até do Plano Municipal de Educação de Santa Maria que foi aprovado sem permitir a IDEOLOGIA DE GÊNERO que foi abusivamente aplicada
. Veja aqui:http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/economia-politica/noticia/2015/08/plano-municipal-de-educacao-de-santa-maria-e-aprovado-sem-a-previsao-de-discussao-sobre-genero-4824773.html





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