COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Luiz Mott no maior centro teológico luterano da América Latina


JULIO SEVERO

5 de novembro de 2012

Com o patrocínio de evangélicos progressistas, Mott prega contra a Bíblia diante de uma plateia da IECLB

Julio Severo
“Nos últimos anos, lideranças de diferentes igrejas evangélicas têm assumido discurso e postura cada vez mais homofóbica, fundando grupos e realizando congressos destinados à ‘cura’ de homossexuais, inclusive contando com o apoio de psicólogos e parlamentares”, discursou Luiz Mott, o maior líder do movimento homossexual do Brasil.
Esse discurso acusatório, que é rotineiro nos grupos gays, foi feito no II Congresso Internacional sobre Epistemologia, Sexualidade e Violência, realizado na Escola Superior de Teologia (EST) em São Leopoldo, de 16 a 18 de agosto de 2006.

Luiz Mott na EST com Irmã Ivone Gebara à sua direita
Mas Mott não foi o único ativista polêmico a palestrar no grande centro teológico, que pertencente à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB). Outra palestrante foi a católica progressista Irmã Ivone Gebara, conhecida defensora da Teologia da Libertação e por suas conexões com grupos abortistas.
Mott não é luterano nem evangélico. Sua participação como palestrante oficial na EST deveu-se aos sentimentos progressistas luteranos que simpatizam com a militância homossexual. A EST é conhecida como um dos maiores ninhos evangélicos progressistas do Brasil.

Teologia gay dentro da EST

Um dos professores da EST é o Rev. André Sidnei Musskopf, autor do livro “Talar Rosa”, que defende a teologia gay. Além disso, a IECLB tem um dos maiores defensores da Teologia da Missão Integral no Brasil: o Rev. Valdir Steuernagel.
A Teologia da Missão Integral é a versão protestante da Teologia da Libertação. Por isso, a EST ficou muito a vontade para convidar Mott e Gebara.
Steuernagel foi flagrado num evento evangélico progressista juntamente com o petista radical José Genoíno e o Bispo Robinson Cavalcanti em 2003. O pastor luterano é uma figura importante na EST, cuja abertura para a “teologia gay” é notória.

Valdir Steuernagel, José Genoino e Robinson Cavalcanti
Outro grande defensor da Teologia da Missão Integral no Brasil é o Rev. Walter Altmann que, na época da infame palestra de Mott na EST, era presidente da IECLB, com plenos poderes para intervir e rejeitar a presença de Mott e Gebara no centro teológico luterano.
Contudo, impedir progressistas de falarem na maior instituição teológica de sua denominação negaria a própria natureza de Altmann, que tem vínculos e influência no Conselho Mundial de Igrejas, uma organização que defende a Teologia da Missão Integral e a Teologia da Libertação. O importante pastor luterano passou as décadas de 1960 e 1970 fazendo viagens questionáveis pelos países atrás da Cortina de Ferro. O financiamento dessas viagens, conforme foi denunciado na mídia americana, vinha de fontes comunistas soviéticas.

Religião socialista dentro da IECLB

A Teologia da Missão Integral, conforme mostra o exemplo da IECLB, leva ao esquerdismo e a todas as ideologias radicais produzidas pela esquerda, inclusive a ideologia gay. Mesmo que não tivéssemos no Brasil o exemplo da IECLB, as grandes igrejas protestantes dos EUA hoje mais abertas ao aborto e à ordenação de pastores gays são justamente as igrejas que, décadas atrás, se envolveram com o chamado “Evangelho Social”, que é a versão americana da Teologia da Missão Integral.

Essas duas teologias estão a serviço do marxismo, que em todo sentido é uma religião, ao colocar o Estado num papel messiânico e a igreja como descartável ou apenas ajudadora do Grande Messias Estatal Socialista. A religião socialista exige controle estatal integral do ser humano: sua vida pessoal, saúde, educação, família, sexualidade, opinião, igreja, etc.
E, como a religião pagã de Baal, que afetava a sociedade de Israel na época do profeta Elias e tinha sacerdotes homossexuais sagrados e cultos com sacrifícios de bebês, a religião socialista exige a sacralização do homossexualismo e sacrifício de bebês por meio do aborto médico legal.

Um pastor da IECLB que não se prostrou diante da agenda gay

Os adeptos dessas duas teologias cedo ou tarde abraçam ideologias esquerdistas radicais e estranham posturas cristãs conservadoras, inclusive a defesa da família em face da agenda gay. Por isso, não foi de admirar o descaso do presidente da IECLB quando o Rev. Ademir Kreutzfeld foi ameaçado por ativistas gays em 2007.

Rev. Ademir Kreutzfeld
Altmann, com todo o seu poderio eclesiástico, poderia ter movido sua denominação em defesa do Rev. Kreutzfeld, que é um pastor ordenado pela própria IECLB. Ou, pelo heroísmo do pastor que foi ameaçado por defender a família, Altmann poderia nomeá-lo professor da EST, com todas as honras devidas. Mas tal atitude, novamente, trairia a natureza e histórico de Altmann.
Na verdade, desde seu comportamento não progressista, o Rev. Kreutzfeld passou a sofrer crescentes pressões de cima para largar o pastorado. Qualquer oferta de ajuda vinda da cúpula não passou da esfera das meras aparências, mas as pressões foram muito mais do que só aparência, envolvendo espionagem e condutas dignas da KGB, que nunca deve ter sido hostil a Altmann.
Entretanto, suspeito que se o Rev. Kreutzfeld estivesse sendo perseguido por defender o MST, Altmann mobilizaria uma tropa de companheiros militantes para socorrer o pastor. Suspeito também que se Luiz Mott fosse pastor ordenado pela IECLB e pedisse ajuda, Altmann provavelmente lhe mandaria um batalhão de militantes, garantindo ao Professor Mott um lugar de honra na EST.

Uma conversa com Lutero

Pobre Lutero! Se ressuscitasse hoje, ele teria dificuldade de ser aprovado na EST. Dar aulas ali? Nem pensar! Ou, pensando bem, somente depois dele entender que os tempos são outros e que sem Teologia da Missão Integral e sem apoio ao MST ou a outro movimento esquerdista radical, ele não poderia aspirar a nenhum cargo de liderança.
Um pensamento lhe vem à mente e ele rapidamente pergunta: “Ninguém ainda afixou 95 teses na porta da EST?”
“Não”, respondem.

Lutero afixando 95 teses na Igreja de Wittenberg 500 anos atrás
Então lhe contam que o Brasil é muito diferente da Alemanha de quinhentos anos atrás e tem um número incontável de apologetas.
Lutero lhes pergunta como anda a Igreja Luterana Alemã, ao que lhe dizem que não está muito diferente da IECLB.
“E os tais apologetas, já afixaram 95 teses na porta da Igreja Luterana Alemã?”
“Não”.
“Pelo menos, já as afixaram na IECLB?”
“Não”, respondem, abaixando a cabeça.
“Então, o que esses supostos defensores do Evangelho fazem?”, grita Lutero, batendo a mão fortemente na mesa, com sua típica revolta contra desvios do Evangelho.
“Eles realmente não podem denunciar os desvios da Igreja Luterana da Alemanha nem do Brasil, porque eles não são luteranos. Eles não gostam de apontar os erros de outras igrejas da Reforma”.
“O que eles são?”
“Na maioria, calvinistas”.
“Então, as igrejas calvinistas estão melhores do que as luteranas?”
“Na Europa, EUA e outros lugares, elas já estão ordenando pastores gays, apoiando o aborto…”
“E os tais apologetas já afixaram 95 teses nas portas delas?”
“Não. Na verdade, essas igrejas foram contaminadas por um novo tipo de evangelho: o social. E a maioria dos apologetas adota esse evangelho ou convive muito bem com quem o promove”.
Esmurrando a mesa, Lutero esbraveja: “Eu não esperava ressuscitar para ver tamanha desgraça! Vou então eu mesmo afixar 95 teses na porta da EST e na porta da casa de Musskopf, Altmann e Steuernagel. Vou afixar também 95 teses na cara desses tais apologetas!”
Entretanto, sem simpatias pela esquerda, Lutero faria pouco sucesso hoje na IECLB e dificilmente seria visto com bons olhos pela esquerda apologética se começasse a denunciar a apostasia das Igrejas da Reforma.
Conforme meu blog vem denunciando, a maioria dos autoproclamados “defensores do evangelho” pertence à ala da esquerda calvinista apologética e tem ligações pesadas com a Teologia da Missão Integral — o mesmo problema que vem assolando há décadas a cúpula da IECLB.
Se o movimento apologético brasileiro não estivesse tão ocupado com essa teologia esquerdista, eu mesmo não precisaria estar ocupado denunciando os óbvios desvios da IECLB.

Mott ataca “homofobia” evangélica debaixo do nariz dos reverendos da EST

Alguma dúvida desses desvios? A palestra de Mott na EST foi tranquila. Ele se sentiu à vontade para insultar os cristãos não progressistas, dizendo: “Desde sua fundação, o Movimento Homossexual Brasileiro reagiu contra a homofobia religiosa através de manifestações e atos políticos, protestando contra as visitas papais e declarações anti-homossexuais de lideranças católicas e protestantes”.
Mott descreveu como ocorre essa reação, mencionando como ativistas gays picharam o muro de uma igreja batista com a frase “Davi amava Jônatas” só porque o pastor da igreja havia pregado contra o pecado homossexual.

Igreja evangélica pichada por ativistas gays
Ele também elogiou outros ataques do movimento gay contra os evangélicos, bem debaixo do nariz dos reverendos da IECLB. Só me pergunto se quando ele condenava a “homofobia” evangélica, os reverendos luteranos diziam “amém”? Não sei, mas não dá para duvidar.
Provavelmente, Mott pôde ter aproveitado para deixar claro que a EST nunca entraria na lista negra do movimento homossexual. Afinal, parceiros de luta não se agridem.
No evento luterano, Mott também condenou a Igreja Católica como “homofóbica”. Mas suas palavras foram muito mais elogiosas ao espiritismo e candomblé, que ele classificou como religiões mais acolhedoras das práticas homossexuais.
É um triste sinal de apostasia que esse clamor de “Abaixo à Igreja Cristã! Viva a bruxaria!” tenha sido dado num centro teológico que deveria ter palestrantes para ensinar a Bíblia, não condenar aqueles que a seguem.
Só o fato de terem convidado o maior ativista gay do Brasil já é uma evidência inegável de decadência, apostasia e desprezo a Deus. Declaradamente ou não, os figurões da IECLB estavam de braços dados com o “irmão” Mott, cuja defesa da pedofilia é conhecida.

O fato é que na IECLB, com sua liderança embriagada com as ideias de Marx, servos de satanás como Mott, que se gaba de ter dormido com 500 homens, são honrados, enquanto servos de Deus como o Rev. Kreutzfeld sofrem bullying eclesiástico dos barões da Teologia da Missão Integral. Parafraseando as palavras de Jesus: “Somente em sua própria denominação, aos olhos de sua liderança, um pastor que fala o que está na Palavra de Deus não é devidamente honrado” (cf. Marcos 6:4).

Ninho de abortistas e apóstatas?

O ninho progressista da EST tem produzido apóstatas.
Em 1989, um pastor luterano havia me dado um devocional da IECLB. O livro, elaborado com a contribuição de muitos pastores formados na EST, tinha reflexões da pastora feminista abortista Haidi Jarschel e orações a Deus, que era tratado como ele/ela. Havia elogios à cultura religiosa indígena e afro-brasileira. A terra era tratada, no estilo eco-terrorista, como um ser vivo e digno de reverência. Havia louvores ao MST e a todo o figurino da Teologia da Libertação.
Anos mais tarde, denunciei a Pra. Haidi, que estava envolvida com Católicas pelo Direito de Decidir (CDD), a mesma organização abortista onde a Irmã Ivone Gebara tem conexões.

Reverenda Haidi Jarschel: defensora do aborto no púlpito da IECLB
Em entrevista em 1994 à revista hispânica Conciencia Latinoamericana, publicada pela CDD, a Pra. Haidi disse sobre “direitos reprodutivos”:
Um dos desafios que temos é ampliar o acesso à maioria da população brasileira a uma ampla informação em relação a esses temas. O povo brasileiro tem uma herança de uma moral religiosa e patriarcal, configurando-se portanto uma opinião pública bastante influenciada pela religião tradicional católica e evangélica. Como o debate amplo e democrático sobre os direitos reprodutivos é pouco veiculado pelos meios de comunicação, essa parcela quantitativa da população tem dificuldade de posicionar-se em relação a esses temas, em especial sobre o aborto…
O artigo como um todo é, acima de tudo, um apelo amplo à compreensão e aceitação social e política do abortamento legal como direito reprodutivo básico das mulheres. A Pra. Haidi comenta:
Nos últimos quatro anos, intensificou-se o processo de discussão e proposições de políticas públicas sobre os direitos reprodutivos. Esse processo foi impulsionado pela grande mobilização do movimento feminista, pela incorporação da proposta de legalização do aborto no programa de governo do Partido dos Trabalhadores e pelo grande número de encaminhamentos de projetos de lei no Congresso. Reagindo a esses projetos temos fortes vozes das Igrejas Católicas e Evangélicas.
O artigo finaliza louvando a entrada de Católicas pelo Direito de Decidir (CDD) na questão sobre o aborto no Congresso Nacional: “Feministas cristãs, identificadas com as ideias do movimento de mulheres em relação aos direitos reprodutivos, esse grupo vem participando de debates na Câmara e no Senado…”
A CDD é uma organização primeiro-mundista dedicada à promoção do lesbianismo, homossexualismo, contracepção, aborto legal, feminismo radical e Nova Era entre os católicos do Terceiro Mundo. Como uma pastora da IECLB acabou se envolvendo com esse tipo de organização é um mistério. E coincidência ou não, a editora da IECLB publicou no Brasil alguns anos atrás o livro “Sexismo e Religião”, escrito pela “teóloga” católica Rosemary Ruether, feminista membro da coordenação de CDD que luta em favor da ordenação das mulheres em todas as denominações cristãs e em favor do aborto legal como direito das mulheres.

Rosemary Ruether: católica progressista defensora da adoração à Deusa

O veneno do falso evangelho

Creio que na IECLB deve haver membros inocentes que não suspeitam de que há muito tempo sua denominação e seu principal centro teológico estão envenenados. Esse envenenamento tem vindo diretamente de líderes maliciosos e matreiros em postos chaves.
Como profissionais da Teologia da Missão Integral, eles injetaram nas veias de sua denominação o “remédio” marxista, que matará a vítima e fortalecerá a doença. Se a vítima sobreviver, será um mero zumbi a serviço de uma ideologia religiosa, ostentando bandeiras do MST ou dizendo “amém” aos insultos de Mott aos cristãos ou dando louvores às religiões afro-brasileiras, elogiadas por Mott como religiões que verdadeiramente acolhem as práticas homossexuais.
Com Musskopf, Altmann, Steuernagel e outros importantes figurões progressistas promovendo a Teologia da Missão Integral a ferro e fogo, dificilmente a IECLB escapará do destino progressista final da Igreja Evangélica Luterana Americana, que já está ordenando pastores gays e lésbicos, apoiando o aborto e até aliando-se a sacerdotes de bruxaria.
Esse é o preço que se paga por escutar e promover falsos evangelhos.
O preço para escutar e promover o verdadeiro Evangelho? Fazer o que o pastor luterano Johann Christoph Blumhardt fez no século XIX: conhecer e viver o poder do Espírito Santo.
Fonte: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
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Para mais informações sobre Luiz Mott:
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